segunda-feira, 26 de março de 2012

Além...


                                                                 Imagem retirada do Google.

    Às vezes eu me pego pensando sobre o que estou sentindo, eu gosto de olhar para o nada e ficar refletindo sobre o que pulsa aqui dentro: meus medos, minhas angústias, minhas boas lembranças, minha felicidade, minhas indiferenças, minha vida, minhas lembranças ruins, meus medos (de novo), minha infância, minhas eternas alegrias, minhas tristezas, meus desesperos, e mais uma vez meus medos, meus medos, meus medos.
    Quem nunca sentiu aquele frio na barriga? Quem nunca pensou em desistir? Quem nunca gritou? Quem nunca se apavorou com um simples pensamento? Quem nunca acordou assustado por conta de um pesadelo? Quem nunca teve medo de ficar sozinho em casa, ou no escuro? Quem nunca teve medo de ficar só? Quem nunca teve medo? Quem nunca? Quem?
    Mas nem só de medos é composto o homem, mas também de suas alegrias e prazeres. Olhar para o nada e ficar pensando, não significa que estou triste, apenas gosto da sensação de silencio que o coração transmite. Olhar para o nada vai muito além de querer vencer os seus medos e de pensar neles. É constar a firmação do pulso, o poder de ficar sozinho estando junto, de ficar sem piscar, de parecer triste e não estar, de apenas sentir o coração e bater e nada mais importar. Nada mais. É como se o tempo parasse ali, naquele instante para você, enquanto o mundo ao seu redor está se movimentos em grandes velocidades.
    Olhe para o nada. Permita-se sentir o teu coração pulsar, e em três segundos dizer “Obrigado pelo dom da vida!”, pense nos medos, nas tuas angústias, nas tuas felicidades, ou não pense em nada. Apenas sinta que você está ali e que por segundo parou no tempo, enquanto o mundo continua a consumir cada minuto dia, ou a desperdiçá-lo sem ao menos sentir que o coração bate e o oxigênio flui.  

sexta-feira, 23 de março de 2012

Maria Luiza




Não sei o que combina mais contigo, se é uma poesia, um livro ou uma pintura. Já me peguei pensando nisso diversas vezes. Dividistes o conhecimento que tens, não guardas somente para ti. 
É difícil encontrar palavras que mostrem a gratidão de ter sensibilizado os nossos olhos, e nos dado um pouco de luz que emana em nossos corações e olhares. Espero que continue sendo assim para ti, que a sala de aula seja um palco, quando você entra é como se nada mais importasse.